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O Jornal DCE Unisinos e sua tecnologia de impressão Abril 6, 2008

Posted by 2564jully in 1º Trimestre 2008, Atividades, História das Mídias, Reflexões.
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Neste trabalho, para o qual tínhamos que investigar os métodos de produção utilizados pelas diversas mídias impressas que conhecemos, baseados no material visto em aula a respeito da evolução das técnicas de impressão desde sua criação, entre 971 e 983, pelos Chineses, passando pela invenção da prensa metálica por Gutenberg, em 1440, até os métodos mais atuais, eu escolhi pesquisar sobre o Jornal do DCE Unisinos.

Diferentemente da maioria dos jornais que conheço, que sempre adotam uma postura mais “formal” em relação ao leitor, o Jornal do DCE fala a língua do jovem, mais especificamente a língua do jovem estudante. Sem deixar, é claro, de tratar de assuntos úteis e importantes principalmente à vida acadêmica. Assim como outros jornais, ele também aborda temas de interesse geral, como shows, eventos, etc.

Fiz esta escolha na tentativa de exemplificar a diversidade de abordagens possíveis em termos de publicações, e na minha opinião, o Jornal do DCE é um bom exemplo, pois ele fica em um nível intermediário entre uma publicação de entretenimento e cultura jovem, como por exemplo, o Jornal O Polvo, e uma publicação de caráter jornalístico como o Jornal Vale do Sinos.

O Jornal do DCE atualmente é impresso pelo Grupo Sinos, uma gráfica localizado em Novo Hamburgo - Rua Jornal NH, 99, bairro Ideal -, que em dezembro de 2007 completou 50 anos de existência. O Grupo Sinos é responsável pela publicação de diversos títulos, entre eles Jornal de Gramado, Gazeta de Bento, Semanário ( Bento), Contexto ( Carlos Barbosa), Farroupilha, Primeira Hora ( Bom Princípio), Visão do Vale ( Feliz), JS ( Sapiranga), Fato ( Campo Bom), O Diário ( Ivoti), Jonal do Turismo ( Rio de Janeiro), Fala Brasil, Folha do Porto ( POA), Jornal Krônica, JÁ Menino Deus, Mais Petrópolis, DIC ( Diário Ind. e Com.), O Polegar.

Na gráfica é utilizado o sistema de impressão Offset, que é um processo pelo qual a impressão é feita de maneira indireta, ou seja, a tinta passa por um cilindro intermediário (geralmente de borracha), antes de atingir a superfície da chapa metálica (sua matriz de impressão), para só então sem gravado no papel disponibilizado em forma de bobina por uma impressora rotativa, no caso do Grupo Sinos a MAN Uniset.

A impressora MAN Uniset tem uma capacidade de impressão de 80 cópias (32 coe e 48 PB), possui velocidade de impessão: 60 mil exemplares p/h. A gravação de suas chapas é feita em CTP (Computer to Plate) - processo que baseia-se na conversão da informação digital, arquivos com textos e imagens em chapas para impressão, ocorre sem a nacessidade de geração de fotolitos e usa tecnologia a laser para gravação das chapas a partir de uma máquina digital chamada platesetter -. Utiliza papel do tipo jornal 45 grs, roda de segunda a domingo e tem uma tiragem diária de 200 mil exemplares, com mais de 46 títulos, e o material a ser impresso é enviado via FTP em PDF (arquivo fechado).

Devido a grande demanda de impressão, acredito que este método seja o mais adequado, pois oferece tecnologia de impressão de qualidade com um custo que é compensado pelo volume de produção.

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