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Resenha dos capítulos I – O Meio é a Mensagem -, e II – Meios Quentes e Frios -, do livro “Os Meios de Comunicação como Extensões do Homem“ de Marshall McLuhan julho 4, 2008

Posted by Jully Rodrigues in Comunicação Digital.
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Por Jully Rodrigues

As Extensões do Homem através dos Meios de Comunicação

Em sua obra: “Os Meios de Comunicação como Extensões do Homem” – traduzido por Décio Pignatari e distribuído no Brasil pela Editora Cultrix -, Herbert Marshall McLuhan formado em Literatura Inglesa Moderna e doutor em Filosofia, faz uma reflexão a respeito das extensões do homem numa perspectiva em que o conhecimento criativo do homem se difunde de maneira corporativa e coletiva pela sociedade através de inúmeros meios e veículos.

No capitulo I, O meio é a Mensagem, o autor explica que a mensagem de qualquer meio ou veículo é a mudança de padrão que este meio provoca na sociedade, uma vez que é o meio que rege a forma e a dimensão dos atos e associações humanas.

A partir do exemplo da luz elétrica, que causou uma mudança radical no paradigma social ao acabar com a seqüencialidade dos processos tornado-os simultâneos, McLuhan aponta a deficiência do estudo dos meios, porque estes, na maioria das vezes, são vistos apenas como “caminhos” pelos quais o conteúdo será transportado.

“Não percebemos a luz elétrica como meio de comunicação simplesmente porque ela não possui “conteúdo”. É o quanto basta para exemplificar o quanto se falha no estudo dos meios e veículos”.

Posteriormente, ele exemplifica a transformação da consciência do homem, que antes era seqüencial e encadeada, através do surgimento do cinema – que tem como mensagem a mudança da sucessão linear para a configuração -, o qual implementa um pensamento estruturado utilizando-se de configurações criativas.

No capitulo II, Meios quentes e frios, McLuhan faz a caracterização dos meios em quentes e fios, sendo meios quentes aqueles que exploram um único sentido do homem de modo extenuante e saturado, não permitindo ao receptor da mensagem uma participação ativa, dando como exemplo, o rádio, o cinema, a fotografia. E os meio frios, como aqueles que, diferentemente do primeiro, utilizam mais de um sentido e em baixa definição, ou seja, disponibilizando pouca informação (visual, auditiva, etc.), estimulando ao máximo a participação de seus usuários, como por exemplo: o telefone, a televisão, a caricatura.

O autor ainda enfatiza a diferença de efeito causada nos usuários pelos meios quentes como o cinema e os meio frios como a televisão.

“A intensidade, ou alta definição, produz a fragmentação ou especialização, tanto na vida quanto no entretenimento”.

Ao longo do livro, Marshall McLuhan busca expressar a idéia de que as máquinas/tecnologias não são “o outro” do homem, mas sim, suas extensões. Extensões estas que tem como função permitir ao homem explicitar-se por completo.

Quem foi Hipólito da Costa? março 10, 2008

Posted by Jully Rodrigues in Comunicação Digital.
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Hipólito José da Costa Pereira Furtado de Mendonça (Colônia de Sacramento, 13/08/1774 – Londres, 11/09/1823), era filho de família rica do Rio de Janeiro. Seu pai, Félix da Costa Furtado de Mendonça, alferes da Capitania do Rio de Janeiro e sua mãe, Ana Josefa Pereira, natural de Sacramento. Fez os seus primeiros estudos em Porto Alegre,concluídos em Portugal, na Universidade de Coimbra, onde se formou em Leis, Filosofia e Matemática(1798).
Jornalista, maçom e diplomata brasileiro, patrono da Cadeira 17 da Academia Brasileira de Letras,posto escolhido por seu fundador, Sílvio Romero, honrava a Academia à figura do iniciador da imprensa brasileira. Entre suas obras literárias, destaca-se a criação do Correio Brasiliense, considerado o primeiro jornal brasileiro, impresso em Londres, que circulou de 01/06/1808 a dezembro de 1822.

Barbara Dapper e Jully Rodrigues.

Linha do Tempo – Inovações Técnológicas Rádio (1900 a 1950), Internet (1951 a 2005) e Nokia Morph (de 2010 em diante) março 3, 2008

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A História do Rádio

1873: James Clerk Maxwell publicou sua teoria sobre as ondas eletromagnéticas.

1874: Nascimento do criador Guglielmo Marconi em Bolonha, Itália.

1983: Roberto Landell, gaúcho, testa a primeira transmissão.

1988: Físico alemão Heinrich Hertz gera eletricamente as ondas eletromagnéticas.

1895: Marconi faz suas primeiras experiências com aparelhos rudimentares.

1922: Implantação no Brasil.

O PRIMEIRO RÁDIO NO JORNAL

Por que é considerado uma inovação?:

O rádio pode ser considerado uma inovação tecnológica para o período de 1900 a 1950, pois revolucionou o modo de se divulgar notícias na época, uma vez que a velocidade alcançada por este jamais fora sonhada pela população daquele tempo.

Inicialmente as notícias eram retiradas dos jornais impressos, lidas e comentadas. Mais tarde passaram a vir de fonte própria e este incorporou um aspecto mais popular com novas “atrações” como programas de humor, novelas e músicas (assim destaca-se Carmem Miranda).

Por ser um veículo de comunicação de massa popular foi muito utilizado no período da Segunda Guerra Mundial, pois eram necessárias informações imediatas sem precisar de grandes detalhes. Esta característica continua mesmo após a guerra.

Características que perduraram:

Comprovando a abrangência alcançada pelo rádio pode-se citar o governo populista de Getúlio Vargas que se utilizou muito desse meio de comunicação de massa para atingir a população na época. Assim aumentava sua eficácia em relação a ideologia populista (governo regente na década de 50).

Seguindo estes princípios foi criado o programa “Hora do Brasil” (que depois passou a se chamar “A Voz do Brasil”) em 22 de julho de 1935, tornando-se obrigatório em 1938 até hoje em todas as rádios do Brasil, evidenciando as principais notícias do país.

Considera-se que, mesmo na Era Digital, o rádio não enfraqueceu, mas talvez mudado as formas de interagir. Os princípios continuam os mesmos, entretanto o usuário consegue ter acesso de um celular, de um computador e até mesmo possuir uma emissora de rádio, em miniatura dentro de seus lares, sendo assim, somente uma questão de ótica.

FONTES:

A HISTÓRIA DO RÁDIO. Disponível em: http://www.locutor.info/Biblioteca.htm Acesso: 29 fev. 2008;

– A importância social do rádio

– O Radio e o Estado Novo

– O papel da rádio na Era Digital

DRAGÃO DE PAPEL. Disponível em: http://mestre12.wordpress.com/2005/10/ Acesso: 28 fev. 2008;

A CRIAÇÃO DO RÁDIO. Disponível em: http://www.radioclaret.com.br/port/historia.htm Acesso: 28 fev. 2008;

GUIA DOS CURIOSOS. Disponível em: http://guiadoscuriosos.ig.com.br/index.php?cat_id=50468&pag_id=108139 Acesso: 28 fev. 2008;

ENCARTA, Microsoft Enciclopédia, 2001.

INTERNET: Inovação Tecnológica (1951 a 2005)

O surgimento da Web :

A rede mundial de computadores tem sua origem na Guerra Fria. Na década de 60, quando dois blocos antagônicos politicamente, socialmente e economicamente exerciam enorme controle e influência no mundo, qualquer mecanismo, qualquer inovação, qualquer ferramenta nova poderia contribuir nessa disputa lideradas pela União Soviética e por Estados Unidos.

O surgimento real da World Wide Web, vem a acontecer 20 anos depois, onde mais pesquisadores e cientistas se interessam por ela. A rede começa a ser tecida de forma cada vez mais complexa, exigindo dedicação e um aperfeiçoamento gradual. Em 89, Tim Bernes-Lee muda definitivamente a face da internet, até então uma rede fechada, que agora passava a ser uma rede que se expandiria para o mundo todo. A rede ganhou divulgação pública maior a partir dos anos 90. Em 91, Bernes-Lee publicou o projeto para a World wide Web, e dois anos depois já começara a criar o HTML e o HTTP.

A Internet no Brasil:

A internet no Brasil surgiu no meio comercial realmente apenas em 1996. Aos poucos, ela foi se popularizando, entretanto, devido a carência de uma infra-estrutura de fibra ópti

ca que cobrisse todo o território nacional, primeiramente, optou-se pela criação de redes locais de alta velocidade, aproveitando a estrutura de algumas regiões metropolitanas. Como parte desses investimentos, em 2000, foi implantado o backbone RNP2 com o objetivo de interligar todo o país em uma rede de alta tecnologia.
Internet, uma inovação tecnológica:

A internet é considerada uma inovação tecnológica por ter trazido o mundo a uma nova escala de comunicação. Na primeira metade do século XX, havia a capacidade de s

e ouvir rádio, afetando um único sentido, e de via única. Mais tarde, com a chegada da televisão, se afetava tanto a audição quanto a visão, mas ainda assim por uma única via. A internet é um meio de comunicação que implementa a segunda via, a capacidade de enviar e receber. Com isso, é possível comprar produtos de outro lado do mundo sem necessidade de haver um vendedor lhe atendendo, é possível armazenar qualquer conhecimento e disponibilizar ao mundo inteiro, o mundo da música e do cinema também se modificam drasticamente, com a velocidade de envio que acaba acontecendo.

NOKIA MORPH: Inovação Tecnológica (2010 em diante)

Por que é considerado uma inovação?:

O Nokia Morph revolucionará a relação entre o homem e a tecnologia. Ele será fabricado com “nanotecnologia” e será translúcido e flexível a ponto de mudar de formato e virar uma pulseira, além de poder ser esticado e encolhido.

O equipamento utilizará luz solar para carregar a bateria, possuirá propriedades auto-limpantes, reconhecimento de materiais orgânicos e leituras e informações sobre o ambiente, como clima, umidade, quantidade de O² na atmosfera, entre outros.
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Grupo:Gabriela Steigleder, Jully Rodrigues, Rafael Eltz e Tomaz Saavedra.